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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

VISÃO DOS VENCEDORES REFUTADA





VISÃO DOS VENCEDORES: A HERESIA DO SÉCULO
Como uma reinterpretação errônea das parábolas ressuscitou o conceito de purgatório no meio evangélico, ameaçando a suficiência da cruz.



1.  (Introdução)
Dizer que um cristão genuinamente nascido de novo pode passar mil anos sofrendo em uma fornalha acesa não é apenas um erro de interpretação; é uma afronta direta ao sacrifício de Jesus Cristo. Popularizada sob o nome de "A Visão dos Vencedores", essa teologia sutilmente divide a Igreja entre uma elite espiritual de governantes e cristãos de segunda classe destinados a uma punição dispensacional nas "trevas exteriores".
Mas o que a Bíblia realmente diz? Neste artigo, vamos desarmar essa visão examinando a exegese bíblica dos textos que eles distorcem e reafirmando a segurança absoluta daqueles que foram justificados pela graça.





2- PONTOS BÁSICOS DA VISÃO DOS VENCEDORES

1- Uma pessoa cristã, que nasceu de novo mesmo vivendo em pecado será salvo. A santificação pessoal não é necessária
versículos:


2- Entrar no reino não é o mesmo que ser salvo. Pois o reino de Deus/Céus é apenas o galardão, a premiação.

Salvação vs. Reino: A salvação é um presente gratuito de Deus, obtido unicamente pela graça mediante a fé (sem obras), sendo a porta de entrada para a vida com Deus . Condição para salvação é legalismo

Papel das Obras: Enquanto a salvação não depende do que fazemos, o Reino está diretamente ligado às nossas obras e maturidade cristã após sermos salvos. O reino vem pelas obras.


Is 55:1
Apocalipse 22:17
Tt 3:5
Romanos 6:23
Efésios 2:8
Romanos 10:9
João 10:28

Apocalipse 2:23
Efésios 2:10: Somos feitura dele, criados para as boas obras 

O reino dos céus  (galardão) requer perseguição, santidade, boas obras
Mateus 5:10
Mateus 7:21
Apocalipse 22:12: 
1 Coríntios 3:8:
Colossenses 3:23-24
 

Nem todos as pessoas são vencedores, tem o direito, mas não tomam posse. São legalmente vencedores, mas vivem uma vida de pecado, são escravos do pecado.
Rm 8:37

3-Refutação

1- De fato a salvação é pela graça, não por meio de obras de justiça, mas pela graça por meio da fé
Rm 3:20  visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado.
Rm 3:27  Onde, pois, a jactância? Foi de todo excluída. Por que lei? Das obras? Não; pelo contrário, pela lei da fé.
Rm 3:28  Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei.
Rm 4:2  Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus.
Rm 4:6  E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras:
Rm 9:11  E ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama),
Rm 9:32  Por quê? Porque não decorreu da fé, e sim como que das obras. Tropeçaram na pedra de tropeço,
Rm 11:6  E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça.
Gl 2:16  sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado.
2Tm 1:9  que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos,

At 15:11  Mas cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram.
Rm 5:18  Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida.
Gl 2:21  Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão.
Gl 5:4  De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes.


2- Quem vive no pecado é do diabo, não é  de Deus, não nasceu de novo

I Jo 3:8  Aquele que pratica habitualmente  o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.
9  Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.
10  Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão.

1 João 3:9  Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.


3- A salvação pela fé exterioriza-se em obediência aos mandamentos. Não é uma fé teórica, sem frutos de arrependimento. A fé sem obras não é uma fé verdadeira

Tg 2:14  Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo?
Tg 2:17  Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta.
Tg 2:18  Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé.
Tg 2:20  Queres, pois, ficar certo, ó homem insensato, de que a fé sem as obras é inoperante?
Tg 2:21  Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque?
Tg 2:22  Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou,
Tg 2:24  Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente.
Tg 2:25  De igual modo, não foi também justificada por obras a meretriz Raabe, quando acolheu os emissários e os fez partir por outro caminho?
Tg 2:26  Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.
Tg 3:13  Quem entre vós é sábio e inteligente? Mostre em mansidão de sabedoria, mediante condigno proceder, as suas obras

1 Coríntios 1:2  à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso:

Romanos 1:7  A todos os amados de Deus, que estais em Roma, chamados para serdes santos, graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.



Hb12:14  Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor,
15  atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados;
16  nem haja algum impuro ou profano, como foi Esaú, o qual, por um repasto, vendeu o seu direito de primogenitura.
17  Pois sabeis também que, posteriormente, querendo herdar a bênção, foi rejeitado, pois não achou lugar de arrependimento, embora, com lágrimas, o tivesse buscado.


Rm 5:22  Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna;

Jd 1:4  Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.



4- Temos a obrigação de obedecer, termos boas obras como consequencia da salvação

Ef 2:8  Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;
9  não de obras, para que ninguém se glorie.
10  Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.

Tt 2:11  Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens,
12  educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente,
13  aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus,
14  o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.

Tt 3:8  Fiel é esta palavra, e quero que, no tocante a estas coisas, faças afirmação, confiadamente, para que os que têm crido em Deus sejam solícitos na prática de boas obras. Estas coisas são excelentes e proveitosas aos homens.

Tt 3:14  Agora, quanto aos nossos, que aprendam também a distinguir-se nas boas obras a favor dos necessitados, para não se tornarem infrutíferos.

Hb 10:24  Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.



5- Um cristão  pode ser excluído do Reino ? Com certeza não


A visão dos vencedores diz que este trecho abaixo se refere a cristão salvos que não se santificaram e portanto não entrarão no reino de Deus. 
Mas  na Bíblia, Jesus nunca diz "não te conheço", ou "não sei de onde vós sois" para um salvo genuíno:

Lc 13:23  E alguém lhe perguntou: Senhor, são poucos os que são salvos?
24  Respondeu-lhes: Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão.
25  Quando o dono da casa se tiver levantado e fechado a porta, e vós, do lado de fora, começardes a bater, dizendo: Senhor, abre-nos a porta, ele vos responderá: Não sei donde sois.
26  Então, direis: Comíamos e bebíamos na tua presença, e ensinavas em nossas ruas.
27  Mas ele vos dirá: Não sei donde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais iniqüidades.
28  Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes, no reino de Deus, Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas, mas vós, lançados fora.
29  Muitos virão do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul e tomarão lugares à mesa no reino de Deus.
30  Contudo, há últimos que virão a ser primeiros, e primeiros que serão últimos.



Mt 7:21  Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
22  Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?
23  Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.

1  Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo.
2  Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes.
3  As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo;
4  no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas.
5  E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram.
6  Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro!
7  Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas.
8  E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando.
9  Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o.
10  E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta.
11  Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta!
12  Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço.



Cl 1:13  Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor,

Para em Colossenses 1:13 para "transportou/transladou" (methistēmi) indica uma transferência  de cidadania e residência jurídica. Na teologia bíblica de Paulo, é impossível um cidadão legal de um Reino ser tratado como um "estrangeiro punido nas trevas exteriores" pelo próprio Rei que o resgatou.

6- Libertos do pecado e santificados para a vida eterna

Rm 5:22  Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna;


Rm 6:11 Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus.
12 Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões;
13 nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça.
14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.
15 E daí? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, e sim da graça? De modo nenhum!
16 Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça?
17 Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues;
18 e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.

1  Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.
2  Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte.
3  Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado,
4  a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.
5  Porque os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito.
6  Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz.
7  Por isso, o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar.
8  Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.
9  Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.
10  Se, porém, Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito é vida, por causa da justiça.
11  Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita.


7-Choro e ranger de dentes se refere a uma punição do milênio ou a condenação eterna?

A fornalha de fogo se refere a condenção dos ímpios:
Mt 13:37  E ele respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem;
38  o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno;
39  o inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é a consumação do século, e os ceifeiros são os anjos.
40  Pois, assim como o joio é colhido e lançado ao fogo, assim será na consumação do século.
41  Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade
42  e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes.


Mt 13:47  O reino dos céus é ainda semelhante a uma rede que, lançada ao mar, recolhe peixes de toda espécie.
48  E, quando já está cheia, os pescadores arrastam-na para a praia e, assentados, escolhem os bons para os cestos e os ruins deitam fora.
49  Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos,
50  e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes.

As trevas exteriores se referem a condenção dos ímpios, os não escolhidos

Mt 22:9  Ide, pois, para as encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas a quantos encontrardes.
10  E, saindo aqueles servos pelas estradas, reuniram todos os que encontraram, maus e bons; e a sala do banquete ficou repleta de convidados.
11  Entrando, porém, o rei para ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial
12  e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial? E ele emudeceu.
13  Então, ordenou o rei aos serventes: Amarrai-o de pés e mãos e lançai-o para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.
14  Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.



Mt 8:11  Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus.
12  Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.

Mt 24:45  Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo?
46  Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.
47  Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens.
48  Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu senhor demora-se,
49  e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios,
50  virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe
51  e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes.

Mt 24:14  Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens.
15  A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e, então, partiu.
16  O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco.
17  Do mesmo modo, o que recebera dois ganhou outros dois.
18  Mas o que recebera um, saindo, abriu uma cova e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19  Depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.
20  Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei.
21  Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
22  E, aproximando-se também o que recebera dois talentos, disse: Senhor, dois talentos me confiaste; aqui tens outros dois que ganhei.
23  Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
24  Chegando, por fim, o que recebera um talento, disse: Senhor, sabendo que és homem severo, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste,
25  receoso, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.
26  Respondeu-lhe, porém, o senhor: Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei?
27  Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu.
28  Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez.
29  Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
30  E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes.


8 - CONCLUSÃO

O Novo Nascimento Transforma: Quem vive na prática habitual do pecado não é um "salvo derrotado", mas alguém que ainda precisa de regeneração (1 João 3:9).

MIlenio não é Disciplina: Na Parábola do Joio e do Trigo, Jesus deixa claro que a fornalha acesa é o destino dos "filhos do maligno" e não de filhos de Deus que falharam (Mateus 13:38-42).

A Santificação é Fruto, não Opção: As obras não compram o Reino; elas exteriorizam e provam uma fé viva e verdadeira (Efésios 2:10, Tiago 2:17).

 


segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Filhos de Israel" ou "Filhos de Deus" em Deuteronômio 32:8? Resposta a Michael S. Heiser



Texto de Michael S Heiser em PRETO:

" Após o grande dilúvio, todos tinham uma única língua. A humanidade se congregou na região da Babilônia (“a terra de Sinar”) e começou a construir uma torre que alcançaria os céus ( Gn 11:1-9). Deus interrompeu o projeto transformando a única língua em muitas — dispersando a humanidade pela Terra e criando as nações e regiões listadas em Gênesis 10. A maioria das pessoas pensa que termina aí, mas há mais. A história recomeça em Deuteronômio 32:8-9 . E a história muda, dependendo da versão da Bíblia que você usa.

"Quando o Altíssimo repartiu as nações como herança, quando dividiu a humanidade, estabeleceu as fronteiras dos povos segundo o número dos filhos de Deus. Mas a porção do Senhor é o seu povo, Jacó, a sua herança."

Algumas Bíblias podem ler “filhos de Israel” em vez de “filhos de Deus”. A diferença se deve a uma antiga discordância entre manuscritos com importantes ramificações teológicas.



Resposta:

Existe um manuscrito do Mar Morto encontrada na caverna 4 intitulado 4Q45  

Paleo Deuteronômio r 

Idioma: Hebraico usando a escrita PaleoHebraica

Data: 100-25 a.C.

Localização: Caverna de Qumran 4 o qual usa o termo "filhos de Israel"  veja: https://dssenglishbible.com/scroll4Q45.htm

"Quando o Altíssimo repartiu as nações como herança, quando dividiu a humanidade, estabeleceu as fronteiras dos povos segundo o número dos filhos de Israel. Mas a porção do Senhor é o seu povo, Jacó, a sua herança."

manuscrito citado por Michael  é mais recente, e não está em paleohebraico (hebraico antigo), 

4Q37 Deuteronômio 

Idioma: Hebraico

Data: Cerca de 50 d.C.

Localização: Caverna de Qumran 4

Conteúdo: (ordem não canônica) Deuteronômio 5:1-11, 13-15, 21-33; 6:1-3; 8:5-10; 11:6-13, 21; Êxodo 12:43-51, Êxodo 13:1-5; Deuteronômio 32:7-8


 4Q44 Deuteronômio q


Idioma: Hebraico

Data: 50-1  a.C

Localização: Caverna de Qumran 4

Conteúdo: Deuteronômio 32:9-10, 37-43
"Quando o Altíssimo repartiu as nações como herança, quando dividiu a humanidade, estabeleceu as fronteiras dos povos segundo o número dos filhos de Deus. Mas a porção do Senhor é o seu povo, Jacó, a sua herança."

Conclusão:

1- Michael omitiu que o manuscrito que ele utilizou é mais tardio que o outro manuscrito do Mar Morto, que inclusive está no hebraico antigo, escrita quadrática, o que torna o argumento dele inválido

2- Os versículos anteriores mostra que se trata de homens e não de anjos.

Dt 32:1 Inclinai os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca.
2  Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a relva e como gotas de água sobre a erva.
3  Porque proclamarei o nome do SENHOR. Engrandecei o nosso Deus.
4  Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto.
5  Procederam corruptamente contra ele, já não são seus filhos, e sim suas manchas; é geração perversa e deformada.
6  É assim que recompensas ao SENHOR, povo louco e ignorante? Não é ele teu pai, que te adquiriu, te fez e te estabeleceu?
7 ¶ Lembra-te dos dias da antiguidade, atenta para os anos de gerações e gerações; pergunta a teu pai, e ele te informará, aos teus anciãos, e eles to dirão.
8  Quando o Altíssimo distribuía as heranças às nações, quando separava os filhos dos homens uns dos outros, fixou os limites dos povos, segundo o número dos filhos de Israel.
9  Porque a porção do SENHOR é o seu povo; Jacó é a parte da sua herança.

3- Mesmo o manuscrito que diz "filhos de Deus", pode se referir aos homens de acordo com o contexto imediato

"A maioria das Bíblias em inglês tem "filhos de Israel" ou algo semelhante porque a tradução é baseada no texto hebraico tradicional do Antigo Testamento, conhecido por nós como Texto Massorético. Mas como faz sentido Deus dividir a humanidade e fixar os limites dos povos "de acordo com o número dos filhos de Israel"? Deuteronômio 32:8 remete ao que aconteceu em Babel — e Israel não existia naquela época! Se você ler a "Tabela das Nações" em Gênesis 10 , Israel nem sequer aparece.

Resposta:

O numero dos filhos de Israel são 70 pessoas ao sair do Egito, exatamente o numero de descendentes de Noé citados em Gn 46:27 . 

Gn 10:32 inclusive usa o mesmo termo hebraico citado em Dt 32:8 quando Deus separa as pessoas:

06504 drp parad

uma raiz primitiva; DITAT-1806; v.

1) separar, dividir

1a) (Qal) dividir

1b) (Nifal)

1b1) dividir, separar

1b2) ser dividido, ser separado

1c) (Piel) ser separado

1d) (Pual) ser divido

1e) (Hifil)

1e1) dividir, separar

1e2) fazer uma divisão, fazer uma separação

1f) (Hitpael) ser divido, ser separado, tornar-se separado



Gn 10:1 ¶ São estas as gerações dos filhos de Noé, Sem, Cam e Jafé; e nasceram-lhes filhos depois do dilúvio. 

2  Os filhos de Jafé são: Gomer, Magogue, Madai, Javã, Tubal, Meseque e Tiras.

3  Os filhos de Gomer são: Asquenaz, Rifate e Togarma.

 4  Os de Javã são: Elisá, Társis, Quitim e Dodanim

5  Estes repartiram entre si as ilhas das nações nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, em suas nações.

    6 ¶ Os filhos de Cam: Cuxe, Mizraim, Pute e Canaã. 

7  Os filhos de Cuxe: Sebá, Havilá, Sabtá, Raamá e Sabtecá; e os filhos de Raamá: Sabá e Dedã

8  Cuxe gerou a Ninrode, o qual começou a ser poderoso na terra. 9  Foi valente caçador diante do SENHOR; daí dizer-se: Como Ninrode, poderoso caçador diante do SENHOR.

 10  O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar. 11  Daquela terra saiu ele para a Assíria e edificou Nínive, Reobote-Ir e Calá. 12  E, entre Nínive e Calá, a grande cidade de Resém. 13  Mizraim gerou a Ludim, a Anamim, a Leabim, a Naftuim, 14  a Patrusim, a Casluim (donde saíram os filisteus) e a Caftorim.

    15 ¶ Canaã gerou a Sidom, seu primogênito, e a Hete

16  e aos jebuseus, aos amorreus, aos girgaseus, 

17  aos heveus, aos arqueus, aos sineus

18  aos arvadeus, aos zemareus e aos hamateus; e depois se espalharam as famílias dos cananeus.

 19  E o limite dos cananeus foi desde Sidom, indo para Gerar, até Gaza, indo para Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim, até Lasa. 

20  São estes os filhos de Cam, segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, em suas terras, em suas nações.

    21 ¶ A Sem, que foi pai de todos os filhos de Héber e irmão mais velho de Jafé, também lhe nasceram filhos. 22  Os filhos de Sem são: Elão, Assur, Arfaxade, Lude e Arã. 

23  Os filhos de Arã: Uz, Hul, Geter e Más. 24  Arfaxade gerou a Salá; Salá gerou a Héber. 25  A Héber nasceram dois filhos: um teve por nome Pelegue, porquanto em seus dias se repartiu a terra; e o nome de seu irmão foi Joctã. 26  Joctã gerou a Almodá, a Selefe, a Hazar-Mavé, a Jerá

27  a Hadorão, a Uzal, a Dicla, 

28  a Obal, a Abimael, a Sabá, 

29  a Ofir, a Havilá e a Jobabe; todos estes foram filhos de Joctã. 30  E habitaram desde Messa, indo para Sefar, montanha do Oriente. 31  São estes os filhos de Sem, segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, em suas terras, em suas nações. 32  São estas as famílias dos filhos de Noé, segundo as suas gerações, nas suas nações; e destes foram disseminadas as nações na terra, depois do dilúvio.


Gn 10:32  São estas as famílias dos filhos de Noé, segundo as suas gerações, nas suas nações; e destes foram divididas as nações na terra, depois do dilúvio.

1 ¶ Ora, em toda a terra havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar.

2  Sucedeu que, partindo eles do Oriente, deram com uma planície na terra de Sinar; e habitaram ali.

3  E disseram uns aos outros: Vinde, façamos tijolos e queimemo-los bem. Os tijolos serviram-lhes de pedra, e o betume, de argamassa.

4  Disseram: Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra.

5 ¶ Então, desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre, que os filhos dos homens edificavam;

6  e o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer.

7  Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem de outro.

8  Destarte, o SENHOR os dispersou dali pela superfície da terra; e cessaram de edificar a cidade.

9  Chamou-se-lhe, por isso, o nome de Babel, porque ali confundiu o SENHOR a linguagem de toda a terra e dali o SENHOR os dispersou por toda a superfície dela.

10 ¶ São estas as gerações de Sem. Ora, ele era da idade de cem anos quando gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio;

11  e, depois que gerou a Arfaxade, viveu Sem quinhentos anos; e gerou filhos e filhas.

12  Viveu Arfaxade trinta e cinco anos e gerou a Salá;

13  e, depois que gerou a Salá, viveu Arfaxade quatrocentos e três anos; e gerou filhos e filhas.

14  Viveu Salá trinta anos e gerou a Héber;

15  e, depois que gerou a Héber, viveu Salá quatrocentos e três anos; e gerou filhos e filhas.

16  Viveu Héber trinta e quatro anos e gerou a Pelegue;

17  e, depois que gerou a Pelegue, viveu Héber quatrocentos e trinta anos; e gerou filhos e filhas.

18  Viveu Pelegue trinta anos e gerou a Reú;

19  e, depois que gerou a Reú, viveu Pelegue duzentos e nove anos; e gerou filhos e filhas.

20  Viveu Reú trinta e dois anos e gerou a Serugue;

21  e, depois que gerou a Serugue, viveu Reú duzentos e sete anos; e gerou filhos e filhas.

22  Viveu Serugue trinta anos e gerou a Naor;

23  e, depois que gerou a Naor, viveu Serugue duzentos anos; e gerou filhos e filhas.

24  Viveu Naor vinte e nove anos e gerou a Tera;

25  e, depois que gerou a Tera, viveu Naor cento e dezenove anos; e gerou filhos e filhas.

26  Viveu Tera setenta anos e gerou a Abrão, a Naor e a Harã.

27 ¶ São estas as gerações de Tera. Tera gerou a Abrão, a Naor e a Harã; e Harã gerou a Ló.


"Filhos de Deus" é a leitura em dois outros manuscritos mais antigos: a Septuaginta, uma antiga tradução grega do Antigo Testamento, e os Manuscritos do Mar Morto, um conjunto de manuscritos descobertos no deserto não muito longe de Jerusalém. Tradutores da Bíblia concordam que "filhos de Deus" é a leitura mais original, mas geralmente a colocam em uma nota de rodapé em Deuteronômio 32:8Abrir no software Logos Bible (se disponível) , não no texto original. A English Standard Version, no entanto, e outras, colocam "filhos de Deus" em sua tradução.

Resposta:

Errado, Com vimos acima, existe um manuscrito hebraico mais antigo, e a leitura é "filhos de Israel"

Por que existe essa diferença?

Deuteronômio 32:8 é um exemplo clássico de como escribas posteriores às vezes alteraram o texto bíblico em uma tentativa equivocada de "proteger" a reputação de Deus. Outras partes de Deuteronômio também foram alteradas pelos escribas (por exemplo, 32:43). Ao alinhar a leitura do Manuscrito do Mar Morto com o Texto Massorético — o texto hebraico tradicional no qual a maioria das traduções para o inglês se baseia —, você pode ver que o original foi alterado.

Resposta:

Como vimos acima, o manuscrito mais antigo traz o termo  "filhos de Israel.

Além disso vimos que o numero dos grupos citados em Gn eram 70, exatamente como o numero dos filhos de Israel que foram para o Egito. 

O numero de anjos é quase incontável Ap 5:11, e não 70

Observe que Deuteronômio 32:43 nos Manuscritos do Mar Morto tem três pares poéticos. Como é uma seção poética, a simetria não é apenas importante, é esperada. A leitura do Texto Massorético removeu ou alterou partes de dois dos pares. O primeiro, como em Deuteronômio 32:8 , elimina referências a outros seres divinos ("filhos de Deus" em 32:8; "celestiais" e "deuses" em 32:43). Em algum momento, um escriba considerou essa referência a outros deuses teologicamente ofensiva. A primeira linha do par final foi removida porque alguém que odiasse a Deus também era ofensivo.

Resposta: 

A evidencia da alteração de Dt 32:43, atestada em manuscritos do Mar Morto e em Hb 1 não é a mesma de Dt 32:8. São casos distintos.

Deus, é claro, não precisa ser protegido por um escriba zeloso ou qualquer outra pessoa. A doutrina de Israel era que Yahweh era único e acima de todos os outros seres divinos ( Sl 29:1; 89:5–7).

Resposta:

Lógico que nada se compara a Deus, além disso anjos não são seres divinos, são criaturas, divino vem de divos=Deus. O termo elohim literalmente significa PODEROSO, e pode se referir ao ser Todo poderoso, bem como a criaturas como  anjos e homens poderosos como os juízes.

Justamente por isso em Sl 82 se refere a juízes e não a homens:

1- Anjos de Deus são santos e não cometem injustiça~

2- Demonios não são chamados de filhos de Deus.

3- Demonios não podem fazer justiça, defender a causa do pobre , do aflito ou necessitado.

4-O texto se refere aos juízes de Israel  (Ex 21:6; 22:8,9 )que estavam procedendo com injustiça, como atesta o Salmo

1 ¶ Deus está na congregação dos poderosos; julga no meio dos deuses (elohim)

2  Até quando julgareis injustamente e respeitareis a aparência da pessoa dos ímpios? (Selá)

Defendei o pobre e o órfão; fazei justiça ao aflito e necessitado.

Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.

5  Eles nada sabem, nem entendem; andam em trevas; todos os fundamentos da terra vacilam.

6 ¶ Eu disse: Vós sois deuses (elohim), e vós outros sois todos filhos do Altíssimo.

7  Todavia, como homens morrereis e caireis como qualquer dos príncipes.

8  Levanta-te, ó Deus, julga a terra, pois te pertencem todas as nações!



 Em um julgamento severo, as nações em Babel foram deserdadas por Yahweh e entregues à administração de outros deuses ( Dt 4:19–20; 32:8), cujas ações seriam julgadas pelo Deus de Israel ( Sl 82:1Abrir no software Logos Bible (se disponível) , 6Abrir no software Logos Bible (se disponível) ). Isso abriu o caminho para Deus criar um novo povo, Israel, no próximo capítulo de Gênesis. E, ironicamente, foi por meio da semente de Abraão que as nações deserdadas seriam recuperadas ( Gn 12:1–3





domingo, 16 de agosto de 2026

Modelo dos 12- G12- Pré-encontro, Encontro, Pós-encontro- Análise Bíblica

 

A  seguinte análise foi baseada no MANUAL DO ENCONTRO  e experiência pessoa nos primórdios do movimento no Brasil 

Se desejar acessar o manual do encontro , click abaixo- Nesse link tem um resumo sobre o que é o Sistema de células no modelo dos 12, ou G12



PONTOS POSITIVOS 

  • Evangelização- células, cultos de celebração, redes (crianças, adolescentes, jovens, casais,etc) e evangelismo pessoal
  • Consolidação- contato em 2h por telefone e 7 dias pessoal
  • Encontros tem foco definido e separado por grupos- foco total 
  • Equipe de intercessão
  • Encontro tem cartas e lembranças de amigos e familiares
  • Encontro tem várias pregações do evangelho e envolve conversões, apesar de originalmente não ser feito para incrédulos





PONTOS DISTORCIDOS (pelos que não foram ou leram)

  • 7ª palestra- dia 2 do Encontro- Indo à cruz
     A fogueira destrói o pecado e a maldição?


O ministrador deverá pedir que os encontristas escrevam tudo o que o Espírito Santo os lembrar sobre acontecimentos ruins, pecados, traumas, etc. em uma folha de papel, que será queimada na fogueira, exemplificando o mesmo acontecimento no livro de Atos dos Apóstolos (At. 19:19). Após escrever, todos devem caminhar rumo à fogueira.


O ministrador deverá também informar que peças de roupa que tenham símbolos da Nova Era, cartas de pessoas com quem tiveram relacionamento ilícito, presentes de origem ilícita, CDs mundanos, crucifixos, revistas pornográficas, cigarros, preservativos (jovens solteiros) e todos os objetos que se relacionam com algum pecado, devem ser queimados. As pessoas podem ir ao dormitório pegar os objetos para que sejam destruídos. Todo argumento de Satanás deverá ser anulado.

• Diga-lhes que Deus já os perdoou, e que devem pegar o papel, bem como os objetos, e queimá-los na fogueira, testificando que renunciam a tudo isso e ao que significam.




PONTOS NEGATIVOS

  • administração dos sacramentos ministrados nos grupos de 12. O novo testamento mostra a ceia ministrada a igreja , e não somente a 12 pessoas.
  •  ênfase na evangelização , mas também não no ensino;
  • criação de hierarquia piramidal (G12) que divide o corpo. O que não tem base bíblica 
  • autoritarismo da Cobertura Espiritual: A hierarquia do discipulado exige submissão irrestrita ao "líder de 12" ou "pastor de rede". Questionar decisões da liderança costuma ser enquadrado como rebeldia contra Deus, gerando medo de punição divina ou perda de bênçãos.Hierarquia e Mediação Humana (A "Cobertura Espiritual"): A teologia protestante defende o Sacerdócio de Todos os Crentes e a mediação exclusiva de Jesus Cristo O G12 introduz a figura do "líder de cobertura" como um canal indispensável de bênção ou proteção, o que cria uma dependência institucional e interpessoal não respaldada pelo Novo Testamento
  • cobrança por Metas de Multiplicação: O sistema funciona sob a meta constante de que cada membro se torne um líder de 12 pessoas. Há uma cobrança intensa por resultados, relatórios de presença e "multiplicação de células". Quem não frutifica costuma ser exposto como desobediente ou estagnado espiritualmente. Isso não tem base bíblica
  •  2ª Palestra do pré-encontro: natureza pecaminosa arrancada, o que viola o Novo Testamento Rm 7 e 8
"Após uma ministração de libertação é comum o cansaço físico, pois no mundo espiritual houve uma batalha e o nosso espírito esteve envolvido diretamente nisto, ocasionando assim uma fraqueza em nosso corpo. Para que haja uma recuperação física acelerada é necessária a ingestão de alimentos ricos em, proteínas, para reposição imediata no organismo. Beba bastante líquido: suco, água de coco, água mineral."
Resposta:
Esse tipo de cansaço envolve apenas tensão emocional, geralmente ocasionada por medo de manifestações demoníacas por parte do ministrador. Expulsar demônios requer o poder de Deus, não do homem . O desgaste corporal é resultado direto de hiperventilação, tensão muscular e estresse simpático induzidos pelo ambiente de alta carga emocional,

  • 3ª palestra  dia 3 do Encontro

O objetivo dos G12 é fazer de cada membro um líder...

...Com o desenrolar do processo, cada um dos discípulos passará não somente a dirigir suas próprias células de multiplicação mas também a formarem seus próprios grupos de discipulado (GI2)...

...No futuro, o que se espera, é que cada líder, das primeiras gerações, seja capaz de montar sua própria equipe para realizar o Pré-Encontro, o Encontro e o Pós- Encontro, assim como dirigir a sua própria Escola de Líderes. Assim sendo, haverá de acontecer turmas da Escola de Líderes funcionando em diversos locais da cidade, e em vários horários diferentes. O importante é que tudo seja feito dentro de uma mesma visão e numa só linguagem...

...Um dia todos os membros de G12 terão suas próprias células,...


Nem toda pessoa no corpo de Cristo é chamado para ser um líder 1 Co 12, Rm 12. Paulo, Pedro , João etc. Não tiveram seguiam o modelo dos 12.


PONTOS POLÊMICOS
  • Proibição de comunicação entre participantes 
  • Isolamento dos participantes 
  • Repetição exaustiva de frases e hinos 

6 ª palestra dia 2 do Encontro- CURA INTERIOR-
  • Lembrar/visualização dolorosas (tecnicas pscioterápiticas)
  • Externar as angustias e pecados diante dos outros Tg 5:16
  • música de adoração ou relaxamento  - musicoterapia?

...Coloque uma música de adoração. Alguns momentos de música levarão as pessoas a lembranças amargas e arquivadas na memória.

...uma música de fundo. A música deve ser orquestrada e não conter uma letra, para que a atenção não se volte para a mensagem da letra. Sugere-se usar uma música clássica lenta, suave, ou que contenha ruído de mar ou de passarinhos.


Fim da ultima palestra no dia 3 do Encontro- 
  • voto do silêncio

Faça com os encontristas o Voto de Compromisso, ou seja, leve-os a se comprometerem a não dizer, a outras pessoas que ainda não fizeram o Encontro, absolutamente nada sobre o que ocorreu nesses três dias. Peça-os para ficarem de pé e repetirem o seguinte compromisso: “Eu me comprometo a não mencionar nada do que aconteceu no Encontro. Terei a responsabilidade de incentivar outros a fazerem o Encontro e a experimentar como o Encontro é TREMENDO!”


A questão do silencio, proibição de celulares livros e etc é justificada pelos organizadores pelo fato de evitar distrações.

As músicas repetitivas são justificadas como meio de marcar o encontrista com ela. No meu caso  a única musica tocada foi TU MIRADA.

O uso de praticas psicoterapeuticas associada a confissão e oração requer análise de um pscicólogo.

O voto do silencio funciona como marketing















Posição da Igreja Presbiteriana sobre o Encontro G 12 e MDA - documentos

 IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL

COMISSÃO EXECUTIVA DO SUPREMO CONCÍLIO DA IPB 2000

Folha 46

https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=http://www.executivaipb.com.br/Atas_CE_SC/CE/Ata_CE_2000.pdf&hl=en

Considerando que: 

. O G-12 é um movimento de perfil neo-pentecostal, que tem assumido práticas esotéricas e espíritas, tais como regressão psicológica e liberação de perdão a Deus; 

2. Os conceitos teológicos postulados pelo G-12, tais como suas crenças quanto à revelação, o Homem diante de Deus, Pecado, Igreja, Santidade e a Doutrina sobre o Espírito Santo, não condizem com o ensino bíblico e reformado; 

3. As práticas evangelísticas que visam o mega crescimento de igreja, pautam-se por critérios mercadológicos antes que por critérios bíblicos; 

4. O G-12 tem entrado rapidamente em igrejas presbiterianas em diversas regiões do Brasil, causando confusão teológica, promovendo instabilidade nas lideranças locais, favorecendo processos de divisões em igrejas e gerando instabilidade no desempenho ministerial; 


Resolve: 

1. Posicionar-se contrária ao movimento chamado G-12; 

2. Recomendar aos Presbitérios e Sínodos que não acolham o movimento; 

3. Determinar que os Presbitérios orientem quando necessário, às igrejas, pastores e líderes, quanto aos perigos oferecidos pelo movimento chamado G-12; 

4. Informar aos Presbitérios e Igrejas que o Seminário Presbiteriano Brasil Central está publicando um

livreto explicativo e preventivo sobre o G-12, que estará à disposição de todas as igrejas139


IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL

SECRETARIA EXECUTIVA CE/SC - 2012

26 a 31 de Março de 2012 - BARUERI - SP

Igreja Presbiteriana do Brasil

PROTOCOLO No CLXI

_______________________________

 Roberto Brasileiro Silva

Presidente do SC/IPB

Data: 29/03/2012

RELATÓRIO DA SUBCOMISSÃO:

SUBCOMISSÃO IX

CONSULTAS E OUTROS PAPÉIS II

Quanto ao documento 038.

Oriundo do(a):

Sínodo Piratininga.

Ementa:

Consultas sobre Igrejas em células.

Considerando:

1. Que o movimento das "igrejas em células" tem características próximas ao movimento G12, já rejeitado pela IPB conforme resoluções da CE-SC/IPB-2000 - Doc XCIX; CE-SC/IPB-2001 - Doc. XLI e SC-IPB-2002 Doc. CXXII;

2. Que a terminologia empregada pelo movimento de "igrejas em células" é semelhante ao do movimento G12, a saber, "ano de transição" e "celularização da igreja",

3. Que a prática do movimento difere da eclesiologia da IPB, por exemplo, nos seguintes pontos: 

a) administração dos sacramentos ministrados nas células e não na igreja; 

b) ênfase nos relacionamentos e não no ensino;

 c) relaxamento da disciplina eclesiástica;

d) incentivo ao não funcionamento das Escolas Dominicais.

A CE-SC/IPB - 2012 RESOLVE:

1. Tomar conhecimento;

2. Informar que a igreja em células não é o mesmo que pequenos grupos, que permanecem jurisdicionados ao conselho da Igreja local, os quais tem importância na vida da igreja contribuindo para comunhão e instrução;

3. Reafirmar que as funções privativas do Conselho estão expostas no art. 83 da CI-IPB;

4. Responder ao Presbitério que o movimento diverge de nossa teologia bíblico-reformada e orientar as igrejas a não aderirem a este  movimento em células ou a qualquer outro divergente de nosso sistema presbiteriano.


IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL SECRETARIA EXECUTIVA SUPREMO CONCÍLIO - 2018

 22 a 29 de Julho de 2018 - Águas de Lindóia/SP 

Igreja Presbiteriana do Brasil 

PROTOCOLO No CLXX - Roberto Brasileiro Silva Presidente do SC/IPB Data: 27/07/2018 

RELATÓRIO DA COMISSÃO: COMISSÃO XVII

 Exame de Relatórios de Comissões Permanentes Quanto ao documento 121. Oriundo do(a): Comissão Permanente de Modelo de Discipulado Apostólico.

 Ementa: Comissão Permanente de Modelo de Discipulado Apostólico. 

Considerando: O auspicioso relatório da douta Comissão Permanente, sobre o Modelo de Discipulado Apostólico - MDA. O SC/IPB - 2018

 Resolve: 

1. Tomar conhecimento. 

2. Aprovar com os seguintes destaques:

 a. Reconhecer o desafio eclesiástico contemporâneo que as igrejas em células representam para a IPB, orando para que os concílios da IPB se mantenham zelosamente fiéis à Palavra do Evangelho.

 b. Reafirmar as decisões tomadas anteriormente quanto às igrejas em células (CE-2012 DOC CLXI) e o G-12 (CE-2000 DOC XCIX). "CE - 2012 - DOC. CLXI: 

Quanto ao documento 038 - Consultas sobre Igrejas em células: 

Considerando:

 1. Que o movimento das "igrejas em células" tem características próximas ao movimento G12, já rejeitado pela IPB conforme resoluções da CE-SC/IPB-2000 - Doc XCIX; CE-SC/IPB-2001 - Doc. XLI e SC-IPB-2002 Doc. CXXII; 

2. Que a terminologia empregada pelo movimento de "igrejas em células" é semelhante ao do movimento G12, a saber, "ano de transição" e "secularização da igreja", 

3. Que a prática do movimento difere da eclesiologia da IPB,por exemplo, nos seguintes pontos:

 a) administração dos sacramentos ministrados nas células e não na igreja; 

b) ênfase nos relacionamentos e não no ensino; 

c) relaxamento da disciplina eclesiástica; 

d) incentivo ao não funcionamento das Escolas Dominicais. 

A CE-SC/IPB - 2012 RESOLVE: 

1. Tomar conhecimento; 

2. Informar que a igreja em células não é o mesmo que pequenos grupos, que permanecem jurisdicionados ao conselho da Igreja local, os quais tem importância na vida da igreja contribuindo para comunhão e instrução;

 3. Reafirmar que as funções privativas do Conselho estão expostas no art. 83 da CI-IPB; 

4. Responder ao Presbitério que o movimento diverge de nossa teologia bíblico-reformada e orientar as igrejas a não aderirem a este movimento em células ou a qualquer outro divergente de nosso sistema presbiteriano." 

c. Determinar que nenhuma igreja local federada à IPB se associe com o movimento Método de Discipulado Apostólico (MDA) no Brasil, ou qualquer outro divergente do sistema presbiteriano. 

3. Não aprovar a recomendação da Comissão quanto à constituição de comissão especial "que apresente princípios para o funcionamento de pequenos grupos na estrutura da IPB conforme uma visão bíblico-teológica reformada..."; 

4. Reconhecer que os pequenos grupos são instrumentos legítimos para o crescimento espiritual, discipulado, instrução, comunhão e oração por parte dos membros das igrejas locais e a sua constituição e o seu funcionamento devem estar submetidos ao Conselho em conformidade com os Símbolos de Fé da IPB; 

5. Determinar ao CECEP que elabore material de apoio para o funcionamento de pequenos grupos a partir dos princípios bíblicos e confessionais, sob a ótica bíblico-teológica reformada e apresente até a próxima CE-SC/IPB; 

6. Determinar à APECOM que efetue a divulgação do material produzido no item anterior, que promova ações de capacitação para os diversos concílios da IPB. Sala das Sessões, 27 de Julho de 2018. Relator: Presb. Josimar Santos Rosa Sub-relator: Presb. Flávio Roberto de Almeida Heringer Membros: Rev. Dalzir Rodrigues da Silva, Presb. Pedro Amilton Aguiar Cruz  https://assets.siteprover.com.br/4944/2021/09/27_1067800_615201f3ab4ff.pdf

sábado, 8 de agosto de 2026

PLANO ESTRATÉGICO PARA A REDENÇÃO DA NAÇÃO- MODELO DOS 12

 Governador Valadares, 7 de setembro de 2001 APOSTILA PREPARADA PARA SEMINÁRIO DE FIM-DE-SEMANA Baseada em material fornecido pela INSEJEC-MCI 


PLANO ESTRATÉGICO PARA A REDENÇÃO DA NAÇÃO

 a. Um plano revelado 

b. Batalha pela posse do corpo

 c. Jerusalém  Roma  Jerusalém 

d. Jerusalém representa o lugar onde a Palavra de Deus é obedecida sem questionamentos, e o Espírito Santo é o Senhor absoluto da igreja;

 e. Roma é o lugar da lógica, da razão, onde a filosofia vai construindo uma estrutura de raciocínio que leva ao questionamento da Palavra de Deus, à sua interpretação distorcida e à sua desobediência;
 f. CHAMADO: Sair de Roma e voltar a Jerusalém; 

G. NECESSIDADE DE ROMPER VELHAS ESTRUTURAS: É preciso romper com as velhas estruturas para conter um novo mover do Espírito Santo; 

h. IGREJA EM CÉLULAS: A restauração de uma estrutura bíblica

i. M.C.I. EM BOGOTÁ: Duas coisas em Bogotá são diferentes dos outros modelos em células de outras igrejas: 

j. O modelo dos doze; 

k. Os Encontros de três dias; 

l. O modelo dos doze há de revolucionar a igreja neste milênio;

 m. O Senhor ordena ao profeta Habacuque: “Escreve a visão, grava-a sobre tábuas, para que a possa ler até quem passa correndo” (Hc.2:21); 

n. A VISÃO DE DEUS: “Uma multidão que ninguém pode enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé, diante do trono e do Cordeiro, vestidas de vestes brancas e com palmas nas mãos, e clamavam em grande voz, dizendo: ‘Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap.7:9-11)

 o. GERAÇÃO QUE CAPTA A VISÃO: Temos tudo para ser a geração que capta o bater do coração de Deus: Almas – Células ;

 p. VISÃO ESTRATÉGICA: Necessitamos de uma visão e de um plano estratégico cuidadosamente estabelecido para tomada dos reinos deste mundo e entregá-los a Jesus; 

q. O QUE É UMA VISÃO? Uma visão é uma imagem clara do que o líder vê seu grupo ser ou fazer; r. “VISÃO é a idéia criativa de Deus revelada à mente do homem para que este a execute” (C.Castellanos) 

s. A atuação do líder para agir em função da visão, é chamada MISSÃO; 

t. Deve haver uma série de passos específicos e mensuráveis para a realizar a MISSÃO. Esses passos chamam-se METAS;

 u. O líder deve Ter uma visão e uma missão, porém muitas METAS;

v. A visão é a revelação da vontade de Deus; é o fundamento da liderança; 

w. UMA VISÃO DE CONQUISTA: “Fazei discípulos de todas as nações” é o supremo desafio da igreja; 

x. As nações começam onde estamos;

 A CONQUISTA DA TERRA 

1. DUAS FASES DA CONQUISTA DA TERRA: 

1.1. 1o . batalhão: força aérea 

1.1.1. Guerra nos ares 1.1.2. Fora do público alvo

1.2. 2o . batalhão: infantaria 

1.2.1. Guerra no solo 

1.2.2. Em contato com o público alvo 

2. BATALHÃO DA FORÇA AÉREA 

2.1. Força aérea: Cada um é responsável por conquistar o seu próprio território; 

2.2. Estratégias:

 2.2.1. Formação de um exército de intercessores; 

2.2.1.1. Princípio: “toda visão de Deus, toda promessa, toda palavra, antes que se materialize na terra, tem que, primeiro, ser gerada no mundo do espírito, pela oração daqueles que amam a Deus, movidos pelo Espírito Santo, e respaldados pela sua Palavra”. 

2.2.1.2. Um exército que encarne o princípio de Isaías 62:6-7: “Sobre os teus muros, ó Brasil, pus atalaias que de dia e de noite não se calarão. Ó vós que fazeis lembrado o Senhor da sua promessa, não descanseis, nem deis a ele descanso, até que ele estabeleça o Brasil por objeto de louvor na terra”. 

2.2.1.3. Os guerreiros de oração oram e jejuam semanalmente pelo redenção do Brasil, profetizando Joel 2:24-26: 2.2.1.3.1. Trigo: “Brasil, as tuas eiras se encherão de Trigo” – Palavra revelada: o próprio Jesus, que é o pão vivo que desceu do céu; 

2.2.1.3.2. Mosto: “Brasil, os teus lagares transbordarão de mosto” – O vinho novo do Espírito – Oração pelo transbordar do Espírito; 

2.2.1.3.3. Azeite: “Brasil, os teus lagares transbordarão de azeite” – Gerando uma igreja que transborde na unção do Espírito; 2.2.2. Oração e jejum por 21 dias: luta contra principados;

 2.2.3. Oração estratégica: mapas, bandeiras e nomes; 

2.2.4. Batalha espiritual contra o principado maior e seus comparsas; 

2.2.4.1. A intercessão tem dois lados: 

2.2.4.1.1. Encontro com Deus; 

2.2.4.1.2. Confronto com as forças das trevas 

2.2.4.2. Adoração a Deus com hora marcada, interceptando o culto à chamada “rainha dos céus” 

2.2.4.2.1. Na adoração somos levados à terceira dimensão: 

2.2.4.2.1.1. 1a . dimensão: Corpo – A dimensão tangível, do mundo físico, visível;

2.2.4.2.1.2.  2a . dimensão: Mente – Dimensão da mente, dos sentimentos; 

2.2.4.2.1.3. 3a . dimensão: Espírito – A dimensão do espírito invisível;
 
2.2.4.2.2. Louvor como arma de batalha espiritual 

2.2.4.2.2.1. Sl. 149:8,9: “reis e nobres” – estes reis e nobres são principados e potestades que prendem as nações. Trazer em nossos lábios “os altos louvores de Deus”, em cânticos ao Senhor, regozijo e exultação em sua presença, é uma forma de batalha espiritual contra principados; 

2.2.4.2.2.2. Reunião de oração e adoração:

 2.2.4.2.2.3. A exaltação a Jesus como arma de batalha espiritual; 

2.2.4.2.2.4. A visão do principado da idolatria na virada do dia: 

2.2.4.2.2.5. Adoração com hora marcada – um novo decreto: “Pai, como autoridades espirituais nesta nação, revogamos o decreto de Roma, e estabelecemos um novo decreto: Estabelecemos as dezoito horas como hora marcada de adoração a ti, devolvendo o que te é devido”.

 2.2.4.2.3. Alvo: cobrir o Brasil com uma nuvem de oração;

 2.3. FORÇA AÉREA INTERNACIONAL 

2.3.1. Orando através da janela
 2.3.2. Caminhadas de oração 
2.3.3. Arrependimento por identificação 
2.3.4. Confrontando a “rainha dos céus” 
2.3.4.1. Éfeso nos dias de Paulo;
 2.3.4.2. Paulo enfrenta a rainha 
2.3.4.3. João desfere o golpe fatal 
2.3.4.4. Éfeso hoje – a deusa lua; 
2.3.4.5. Responsável pela cegueira dos povos 
2.3.4.6. Um plano de falsificação
 2.3.4.7. Um plano de confronto final 
2.3.5. Mobilizando a força aérea internacional 2.3.5.1. 

Objetivos 
2.3.5.2. A declaração de Josias 
2.3.5.3. Atos proféticos regionais 
2.3.5.4. Celebração de Éfeso 2.3.5.5. Orando através da janela IV 3. 2O .

3. BATALHÃO: INFANTARIA – TERRA E POVO 

3.1. Estratégias: 
3.1.1. Mobilização de um exército de evangelistas discipuladores; 
3.1.1.1. Cada discípulo deve ser um líder 3.1.2. Implantação de igrejas em células 
3.1.3. Discipulado de doze 3.1.4. Cada discípulo um ministro, cada casa uma igreja; 
3.1.5. Jejum e oração pela conversão de pessoas específicas 
3.1.5.1. Batalha espiritual contra o deus deste século para que solte o entendimento dos incrédulos;

VISÃO GERAL: A REDENÇÃO DO BRASIL E DOS POVOS NÃO ALCANÇADOS VISÃO DE DISCIPULADO: 

Cada discípulo, um ministro; cada casa uma igreja VISÃO CONCEITUAL: 

1 Modelo de vida: FORMAR 

2. Modelo de estrutura: TREINAR 

3. Modelo de missões: ENVIAR 

1. Modelo de vida: FORMAR – Formar o caráter de Cristo na vida de cada discípulo, pela experiência: 

1.1. Do fogo refinador (Ml.3:1-3); 
1.2. Transfiguração da imagem de Jesus pela exposição ao Espírito Santo e à Palavra de Deus (II Co.3:18); 
1.3. Manifestação do fruto do Espírito Santo (Gl.5:22) 

2. Modelo de estrutura: TREINAR – Sair de Roma e voltar a Jerusalém, desenvolvendo: 
2.1. Um espírito de obediência inquestionável à Palavra de Deus; 

2.2. Submissão absoluta ao Espírito Santo; 

2.3. Uma igreja de discípulos: 2.3.1. Ministros; 2.3.2. Evangelistas; 2.3.3. Edificadores do corpo;

 3. Modelo de Missões: ENVIAR – Trabalhar pela redenção do Brasil e dos povos não alcançados em nossa geração 

3.1. Pelo evangelismo e discipulado 
3.1.1. Células 3.1.2. Grupos de doze 

3.2. Através da mídia e da literatura 

3.3. A Visão Estratégica: evangelismo e discipulado
 3.3.1. Estratégia: 
3.3.1.1. Evangelizar através das células; 
3.3.1.2. Discipular através dos grupos de doze; 

3.4. Nossa Missão: A Grande Comissão – O mandamento de Jesus (Mt.28:18-20) 
3.4.1. INDO – Modo de viver 
3.4.2. FAZEI discípulos – Missão da vida 
3.4.3. De TODAS as nações – abrangência da missão
 3.4.4. BATIZANDO-OS – frutos da missão 
3.4.5. ENSINANDO-OS a guardar – conservando os frutos 
3.4.6. TODAS as coisas – discipulado integral 
3.4.7. ESTAREI convosco sempre – parceria na missão 

3.5. Jesus envia assim como ele foi enviado (Jo.20:21) 

3.6. Estratégia para cumprir o mandamento (Ef.4:11-12)
 3.6.1. Sua intenção foi o aperfeiçoamento e completa equipação dos santos... para que possam realizar a obra do ministério, com vistas à edificação do corpo de Cristo, a Igreja (Ef.4:13);

3.7. O discipulado envolve: 
3.7.1. Evangelizar – Apóstolo 
3.7.2. Libertar – Profeta 3.7.3. Curar – Evangelistas 
3.7.4. Integrar – Pastor 3.7.5. Ensinar – Mestre 
3.7.6. Treinar – Todos 
3.7.7. Enviar – Igreja 

3.8. Ganhar (Mc.16:15-16) 

3.9. Libertar (Is.61:4)
 
3.10. Curar: Atos 10:38; 

3.11. Integrar: Mt.28:19 

3.12. Ensinar: Mt.28:29 

3.13. Treinar 
3.13.1. Para encarnar a visão
 3.13.2. Para ser um ganhador de almas
 3.13.3. Para ser um discipulador 
3.13.4. Para ser canal dos dons do Espírito 
3.13.5. Para fazer do lar uma igreja 
3.13.6. Para ser um líder de células 
3.13.7. Para ser líder de,12, 148, 1728

 3.14. Enviar 
3.14.1. Líder de célula 
3.14.2. Líder de 12, 148, 1728 
3.14.3. Obreiro de tempo parcial 
3.14.4. Obreiro de tempo integral 3.14.5. Líder de ministério 
3.14.6. Pastor
 3.14.7. Ministério
.
4. Estrutura 

Células -  Evangelizando: Células, Celebração e Eventos

Encontros:- Consolidando : Pré encontro, Encontro e Pós Encontro 

Escola Líderes - Treinando : Nível 1, 2 e 3

 Grupos de Doze - Enviando12 144 1728


5. NOSSO ALVO: Cada discípulo, um ministro. Cada casa, uma igreja 

6. GRUPOS HOMOGÊNEOS: Redes 
6.1. HOMENS: Acima de 25 anos 

6.2. MULHERES: Acima de 25 anos

 6.3. CASAIS 6.4. JOVENS: entre 15 e 25 anos

 6.5. ADOLESCENTES: Entre 12 e 15 anos

 6.6. CRIANÇAS: Entre 5 e 12 anos 

7. GRUPOS DE APOIO 
7.1. Guerreiros de oração 

7.2. Comunicações (mídia) 

7.3. Louvor e adoração 7.4. Ação Social 

7.5. Profissionais 7.6. Outros 

8. LIDERANÇA DAS REDES: Idealmente, membros dos doze dos pastores titulares 

9. OBJETIVOS DAS REDES: 

9.1. Aplicar toda a visão da Igreja no seu grupo homogêneo; 

9.2. Treinar os seus líderes, dirigindo as Escolas de Líderes da Rede, para o desempenho do ministério proposto pela Igreja; 

9.3. Coordenar todo o trabalho das células e grupos de doze, dentro da Rede, estabelecendo metas de crescimento; 

9.4. Organizar edirigir os encontros da Rede;
 9.5. Promover uma reunião semanal de toda a Rede ou Ministério, quando todos os líderes serão ministrados de forma específica, alimentados na visão e estimulados no estabelecimento e no alcance de suas metas; 
9.6. Estabelecer o programa de jejum e oração da Rede;
 9.7. Assegurar-se que toda a vida da Rede gere frutos em forma de discípulos que manifestem o caráter de Cristo, se reproduzem e se desenvolvem em todas as áreas da vida cristã; 
9.8. Operacionalizar a visão da Igreja na esfera de atuação da Rede; 
9.9. Trabalhar, em tudo, sob a liderança maior e supervisão do pastor principal, que e o apóstolo da obra; 

10. DECLARAÇÃO DE MISSÃO: - Reconhecendo que Cristo estabeleceu os dons ministeriais na igreja (Ef.4:11-16), para possibilitar o cumprimento da Missão de alcançar o perdido e levá-lo a um processo de discipulado, até que garanta a maturidade espiritual evidenciada no caráter e no serviço cristão; compelidos pela Grande Comissão, e confiando na habilidade concedida pelo Espírito Santo, estabelecemos, pelo poder do Espírito Santo, e em nome de Jesus, exercer o discipulado em todas as suas implicações, quais sejam: 
10.1. EVANGELIZAR todas as classes de descrentes; 
10.2. LIBERTAR os oprimidos do diabo; 
10.3. CURAR as enfermidades físicas, emocionais e espirituais; 
10.4. INTEGRAR os convertidos na vida da igreja; 
10.5. ENSINAR todo o Conselho de Deus; 
10.6. TREINAR os discípulos para exercerem a obra do ministério; 
10.7. ENVIAR os discípulos a reproduzirem a Missão; 

11. Para tanto, desenvolveremos uma estrutura de igreja local, a partir de quatro grandes pilares: 
11.1. EVANGELIZAÇÃO através de: 11.1.1. Grupos celulares 
11.1.2. Celebrações da Igreja 
11.1.3. Eventos de Colheita 

11.2. CONSOLIDAÇÃO através de um plano criterioso de cuidado ao novo crente, usando: 
11.2.1. O discipulador 
11.2.2. A célula 
11.2.3. Os Encontros 

11.3. TREINAMENTO através: 
11.3.1. Da Escola de Líderes 
11.3.2. Dos seminários de fim de semana 

11.4. ENVIO através: 
11.4.1. Da liderança de células 

11.4.2. Discipulado de doze

 Governador Valadares, 7 de setembro de 2001 APOSTILA PREPARADA PARA SEMINÁRIO DE FIM-DE-SEMANA Baseada em material fornecido pela INSEJEC-MCI