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sábado, 8 de abril de 2017

Sal da terra- como o sal perde o sabor?

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  • O sal usado em Israel nos tempos de Jesus não era geralmente obtido por evaporação e portanto não era o cloreto de sódio puro, que não se deteriora; e sim um sal que geralmente vinha misturado com gipsita (gesso) e outras substâncias.
  • Este sal de fato poderia perder seu sabor por: contaminação ou infiltração


"No tempo de Jesus, o sal (obtido às margens do mar Morto ou de pequenos lagos na beira do deserto da Síria) facilmente adquiria um gosto insosso e mofado por causa da mistura maior de gesso ou restos de plantas. Por isso não podia ficar muito tempo armazenado. Precisava sair do saleiro, entrar nas comidas. - Assim os cristãos vivos precisam inserir-se no meio do mundo."  (Comentário Bíblico Esperança. Paraná: Esperança, 1996)

Comentário Cultura Cristã. Mateus.  Willian Hendrikisen. São Paulo: Cultura Cristã,2000, p. 396.

"O sal era usado no mundo antigo para temperar alimentos e em pequenas doses até mesmo como fertilizante...Acima de tudo, o sal era usado como conservante. Esfregar um pouco de sal na carne faz com que ela demore mais para deteriorar. Falando estritamente, o sal não perde sua salinidade, o cloreto de sódio é um composto estável. Mas a maioria do sal usado no mundo antigo era derivado do sal de charcos ou semelhantes, em vez de derivado da evaporação de água salgada, e, por isso,
continha muitas impurezas. O verdadeiro sal, sendo mais solúvel que as impurezas, podia ser filtrado, deixando um resíduo tão diluído que era de pouca serventia. Na nação moderna de Israel, afirma-se que o sal insosso ainda é espalhado no chão de lajes planas que servem como telhado. Isso ajuda a endurecer o chão e a prevenir fendas e goteiras; e uma vez que essas lajes são usadas como área de recreação e lugar de reuniões públicas, o sal ainda é esmagado pelos pés... (Comentário de Mateus. D.A.Carson. São Paulo: Shedd, 2010,p; 173)


Bibliografia:
Comentário de Mateus. D.A.Carson. São Paulo: Shedd, 2010
Comentário Cultura Cristã. Mateus.  Willian Hendrikisen. São Paulo: Cultura Cristã,2000.
Comentário Bíblico Esperança. Fritz Rienecker. Paraná: Esperança, 1996.

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